sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

POTI JÚNIOR VAI PROPOR QUE O ESTADO CRIE O FUNDO DE CULTURA E ESPORTE



O deputado estadual Poti Junior-PMDB, deverá entrar com uma emenda junto a Assembleia Legislativa para que o Fundo destinado a Cultura do RN para o ano de 2012 no valor total de R$ 15 milhões, seja repassado em parte (1/3) para o esporte. A intenção do parlamentar é que R$ 5 milhões de reais sejam repassados para a Secretária de Esporte e Lazer.
Hoje, a Secretaria de Esporte e Lazer (SEEL) recebe aproximadamente R$ 2,5 milhões/ano.
Caso seja aprovada a emenda do deputado Poti Júnior, a SEEL passará a ter um orçamento três vezes a mais do que o atual.
Na justificativa o parlamentar cita que o estado vai sediar a copa do mundo de 2014, e o Brasil as olimpíadas de 2016, e é preciso que o governo do estado invista nos clubes de futebol, como também no esporte amador, e principalmente nos esportes olímpicos, e com a venda do estádio Juvenal Lamartine seja criando centros de excelência, para formar atltetas tanto para o futebol como para os esportes olímpicos. O fundo estadual de cultura e esporte vai dar dinamismo ao esporte do estado, através de politicas permanentes, e quem sabe assim transformar o estado num grande formador de atletas campeões ". destacou Poti Júnior.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Carta de serviços do TRE/RN

Esta Carta de Serviços foi elaborada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, visando informar ao cidadão sobre os serviços prestados pelos Cartórios Eleitorais, evidenciando como acessá-los e obtê-los e os compromissos da instituição quanto ao atendimento ao público.
A Carta de Serviços foi instituída através do Decreto nº 6.932, de 11 de agosto de 2009, o qual prevê que ela deve informar ao cidadão, de forma clara e precisa, cada um dos serviços prestados, em especial no que concerne:

I - ao serviço oferecido;
II - aos requisitos, documentos e informações necessários para acessar o serviço;
III - às principais etapas para processamento do serviço;
IV - ao prazo máximo para a prestação do serviço;
V - à forma de prestação do serviço;
VI - à forma de comunicação com o solicitante do serviço;
VII - aos locais e formas de acessar o serviço;
VIII - aos padrões de qualidade definidos pelo órgão público para o atendimento ao cidadão.

A Carta de Serviços consiste, portanto, em uma ferramenta importante disponibilizada ao cidadão bem como em um instrumento de gestão, na medida em que aquele, conhecendo os serviços e os compromissos assumidos, pode cobrar a prestação de um serviço eficiente e adequado às suas necessidades, fazendo com que a organização busque atingir cada vez mais padrões de excelência no atendimento ao público.
Direcionada ao eleitor (cidadão), principal destinatário dos serviços prestados pela Justiça Eleitoral, esta Carta de Serviços deverá ser objeto de permanente divulgação à sociedade, podendo ser obtida, gratuitamente, nos cartórios eleitorais e nas centrais de atendimento.

Acesse:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Aeroporto de São Gonçalo é prometido para abril de 2014

 
A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, e diretores do Consórcio Inframérica, que reúne as empresas Engevix e a Corporácion Argentina, vencedoras do primeiro leilão de concessão da Infraero, assinaram nesta terça-feira (31 de janeiro), em Natal, o Protocolo de Intenções para o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante. O documento cria uma comissão tripartite com tribuições legais, como elaborar convênios que vão tratar da parte peracional da obra.
Em visita ao RN, o vice-presidente da Engevix, Wilson Viana, e o diretor executivo Gerson de Mello Almada, acompanhados por Martín Eurnekian e Ezequiel Barrenechea, ambos da Corporácion América, comentaram que em abril de 2014 o novo aeroporto já estará em funcionamento. Cabe ao Governo do RN as obras de acesso, cuja planilha se encontra atrasada.
Fonte: PANROTAS

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO


Prof. Dr. Holgonsi Soares Gonçalves Siqueira

"O ambiente geral, o clima cultural, os valores e as imagens mudaram de trinta anos para cá. Por isso a educação, a escola, suas leituras e currículos e seus instrumentos didáticos também devem mudar pois são realidades concretas e não metafísicas" (A.Gramsci).

Os debates envolvendo questões referentes aos projetos políticos pedagógicos têm se tornado frequentes hoje nos sistemas educacionais em geral. A obrigatoriedade destes projetos ficou mais clara a partir da nova Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional (LDB 9394/96), porém isto não quer dizer que antes desta lei os projetos pedagógicos (a palavra "político" aqui torna-se redundante, uma vez que toda a ação pedagógica é uma ação política por excelência) fossem inexistentes ou pudessem ser dispensados, pois jamais um sistema educacional pode ser considerado sério se não for orientado por um projeto de educação. O que acontecia era que a formulação dos projetos não se fazia com a participação dos atores envolvidos no ato educativo, sua implantação vinha de cima e estes atores acabavam desconhecendo seu real sentido; por isso os educadores ficavam sem resposta para a crucial pergunta de T. Adorno: "para onde a educação deve conduzir?".
A busca de uma resposta contextualizada deve levar em consideração o fulcro pedagógico(Gramsci). Se na época de Gramsci o novo fulcro pedagógico para as instituições formativas era a civilização moderna do trabalho industrial, hoje é a civilização pós-moderna/globalizada do trabalho pós-fordista/flexível, e a forma de compreensão deste fulcro resultará numa resposta que sempre refletirá uma visão de mundo, de sociedade, de cidadão para atuar nesta sociedade, da maneira como trabalhamos o conhecimento, bem como o viés político do espaço educacional que a elaborou. Por isto podemos dizer que um projeto pedagógico é uma proposta de educação cujo objetivo mais nobre é nos deixar claro para onde a educação deve conduzir, sendo um instrumento mediador para efetivação da relação teoria-prática. Todas as suas etapas têm como pré-requisito o conhecimento do contexto no qual estamos inseridos, e este conhecimento não pode resultar de uma visão ingênua.
No que tange às Universidades, seus projetos educacionais já foram discutidos, elaborados e/ou atualizados; quanto aos cursos, a grande maioria já discutiu a fundamentação teórica e está concluindo a elaboração de seus projetos, os quais devem ter uma íntima relação com o da Instituição. O sucesso ou não destes projetos na prática está atrelado, em grande parte, aquilo que os mesmos expressam, ou seja, são eles efetivamente expressão de uma realidade concreta, ou metafísica?; além de responderem para onde a educação deve conduzir (analisando o quê, como e para quê ensinar (Adorno)), apresentam recursos políticos, econômicos, técnicos e humanos qualificados para concretizar esta resposta? Os professores estão cientes de que a necessidade de um projeto de educação antes de ser institucional ou de um curso, deve ser do educador? Por sua vez, as instituições e cursos reconhecem que no espaço interno são os professores que darão vida aos projetos? A comunidade acadêmica têm consciência de que um projeto pedagógico é um processo, é um "sistema aberto, no qual a mudança, não a estabilidade, é a sua essência"(W.Doll Jr.)?; e principalmente que deve estar de acordo com a dinamicidade do contexto histórico para que esta dinamicidade não seja negada nos e pelos espaços educacionais com sérias conseqüências na formação dos indivíduos?
Este conjunto de questões têm por objetivo mostrar que a construção/prática de um projeto pedagógico crítico-produtivo: não pode abrir mão da interrogação filosófica; exige o domínio de conhecimentos disciplinares e culturais, pedagógicos, didáticos e práticos; é influenciada pelos principais conceitos e categorias do mundo globalizado, e por isto temos que ter um conhecimento interdisciplinar dos mesmos; exige o domínio da interdisciplinaridade como metodologia e um entendimento global do que vem a ser as expressões "formação dos indivíduos" e "nova cidadania". Por isso é um trabalho complexo, que deve ser feito sem pressões e/ou imposições. Já a construção das matrizes curriculares não pode ser iniciada sem que todos estes aspectos estejam claros e sejam de domínio da comunidade acadêmica, pois do contrário teremos ótimas intenções escritas, mas nas caixas-pretas (salas de aula) uma prática que serve apenas para intensificar o atual estado de crise da área educacional.
Devemos ter em mente que se queremos indivíduos críticos, autônomos, participativos, devemos orientar nossas teorias e ações educacionais pelo princípio da reflexividade, pois necessitamos urgentemente de sistemas educacionais concretos capazes de fazer parte da realidade e influenciá-la produtivamente, estando isto numa estreita relação com os projetos educacionais.
 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Para a educação melhorar, todos devem participar

         

                                  

O 1o. Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação - interação família, escola, comunidade deve creditar seu grande sucesso à parceria do Ministério da Educação com a Secretaria de Educação do Estado do Ceará, a Fundação Itaú Social e o apoio de Instituto Embraer, Instituto C&A, Instituto Camargo Corrêa, Instituto Natura, Instituto Votorantim,  Fundação SM, Fundação Avina, FundaçãoArcelorMittal e Microsoft. Com isso, foi possível viabilizar a participação de  voluntários de todo o país e garantir a presença e exposição de tantas ações relevantes que estão tecendo a fundamental interação entre as escolas, famílias e comunidade. Afinal, não basta constatar que é preciso melhorar nossa educação, é preciso que forças de todos os segmentos se unam e atuem, cada uma encontrando seu próprio caminho, mas todas acreditando que PARA A EDUCAÇÃO MELHORAR, TODOS DEVEM PARTICIPAR.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Todo Dia é Dia de Ler

Ler inclui, recria, expande, ensina, transforma, constrói, promove cidadania. Saber  ler é a base   que  sustenta  todas  as demais. Quem lê se torna dono da sua própria história e participa da construção de histórias coletivas.

Para compartilhar e envolver a sociedade brasileira sobre os caminhos que efetivam uma cultura de leitura, o Instituto Ecofuturo trabalhou intensamente desde 2006 para a criação do Dia Nacional da Leitura.

Para aprender a ler, é preciso ter a companhia amorosa e intensa de um adulto educador desde a primeira infância. Para aprender a ler, é preciso ter acesso aos livros. Os caminhos para a formação do leitor começam em casa, com apoio atento e permanente dos pais e da família, passam pelas escolas, pelas mãos dos professores, e se estendem às bibliotecas, com apoio permanente dos bibliotecários.

Leituras em casa, em escolas, em bibliotecas públicas e comunitárias, em parques, em livrarias... Todo dia é dia de ler, e muitos lugares podem e devem abrigar leituras e leitores. Como bem disse o escritor Goethe, aprender a ler é tarefa para toda uma vida.
Então, mãos à obra, porque:

Hoje pode ser o dia em que uma criança descobre o gosto pela leitura, e isso afetará o amanhã de todos, letra por letra, em grande escala, Brasil adentro, mundo afora.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Filho é para sempre:

A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais.. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a ideia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17.. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.